Há um incêndio no quartel dos Bombeiros Voluntários de Felgueiras (BVF) que arde sem se ver. Por entre um role de questões do passado, as últimas eleições para os órgãos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Felgueiras (AHBVF) ficou marcada por uma série de questões. Desde logo, pela enorme dificuldade levantada ao surgimento de uma outra lista candidata, que rompe com o “tradicionalismo” e hegemonia de algumas das famílias do concelho nesse tipo de “cargos”. Depois, no próprio processo eleitoral onde a lista A foi derrotada por 11 votos e viu 23 dos seus apoiantes e associados de pleno direito, segundo os Estatutos da AHBVF, impedidos de exercer o direito ao voto. Não fosse o presidente da mesa, irmão do presidente da direcção, poderia dizer que foi “excesso de zelo”, assim, parece excesso de cola no poder.
terça-feira, dezembro 28
segunda-feira, dezembro 27
Demagogia Barata
A última crónica
O ano de dois mil e dez não deixará saudades à grande maioria dos portugueses. Uma economia mundial que ainda cambaleia depois do enorme trambolhão de dois mil e oito, agravada por uma completamente errada estratégia deste governo socialista, que, em Junho de dois mil e nove, informava os portugueses que a “crise já passou”. Aquilo que se viu, foi a enorme falência do Estado Social, fruto de erros como criar uma sociedade de subsidiodependentes, parasitas da sociedade e Estado. Depois disso, a falta de liquidez causada pela enorme necessidade de financiamento do Estado com a Despesa Pública, faz o resto do serviço, com os especuladores a tirarem partido disso. Quando se está em dificuldades há sempre um agiota disposto a tudo. Depois, o remédio utilizado, tipo emplastro, é o usual e que dá para todos os males: aumento generalizado de impostos, naquele que é o país com uma das maiores cargas fiscais da Europa.
O ano de dois mil e dez foi também o primeiro ano da coligação Nova Esperança, entre o PSD/CDS-PP à frente da gestão da câmara municipal de Felgueiras. As expectativas criadas à volta da coligação, e que levaram à vitória desta, são muito elevadas. Estando estas numa fasquia muito elevada, - foram muitos anos de poder socialista, de letargia, de erros grosseiros, de adiamentos sucessivos de obras fundamentais – é natural que a grande maioria dos eleitores esperasse por “grandes obras” no primeiro ano. Como é normal também, nenhuma autarquia começa e acaba “grandes obras” no primeiro ano, muito menos quando se está pela primeira vez no poder. Com isto, não quero dizer que a juventude da equipa se equipare a menos trabalho. São trinta e cinco anos de poder socialista, com uma máquina partidária instalada na autarquia, hostil a mudanças e quiça frontalmente contra em algumas questões. Normalmente, num mandato autárquico, os dois últimos anos são aqueles em que aparecem as grandes obras emblema do período. Mas, na minha opinião, a Nova Esperança poderia ter feito melhor em algumas áreas. Desde logo, a forma como geriu alguns processos, nomeadamente: a auditoria às contas – anunciada e nunca efectivamente efectuada – a NE teria saido beneficiada, pela transparência do processo se, de facto a tivesse realizado; as dívidas a fornecedores que, em catadupa apareceram na câmara e nos tribunais, tornadas públicas e que, depois de contestadas pela oposição responsável pelas mesmas, deixou cair o assunto ou, pelo menos, o retirou da praça pública. Há questões incontornáveis e, evitar esse assunto, para que Fátima Felgueiras não tenha o palco mediático da habitual vitimização, pode ser uma estratégia arriscada. E por último, a questão das obras herdadas do anterior executivo. A oposição socialista e Fátima Felgueiras, as duas faces da mesma moeda, fazem tudo o que podem para dizerem alto e bom som, com razão, que as obras não são deste executivo. Nada mais verdadeiro. Contudo, gostava também que os mesmos assumissem os problemas de projectos (quando não se trata de verdadeiros erros), das soluções e engenharias financeira combinadas, que outros tiveram que solucionar. Mesmo debaixo de fogo a NE não entrou no jogo do empurra. Assumiu, e pagou as consequências dos actos de outros.
Por outro lado, mesmo com apenas um ano de gestão autárquica, a Nova Esperança, já cumpriu com algumas das suas promessas, nomeadamente a questão da atribuição dos livros gratuítos no 1º ciclo e o apoio social a idosos, com medidas práticas e úteis para que as normalmente duas áreas mais fragilizadas – crianças e idosos – estejam mais protegidas em tempo de tantas dificuldades. Estas foram duas das grandes bandeiras da coligação.
Esta é a última crónica do ano de dois mil e dez. Talvez nos voltemos a ver em dois mil e onze. Até lá, boas Festas!!
sexta-feira, dezembro 24
Feliz Natal...
quarta-feira, dezembro 22
Campo do estádio Dr. Machado de Matos vai voltar a ser em relva
Disse-me o Eduardo Teixeira, vereador do desporto da Câmara de Felgueiras, que o arrelvamento do campo de jogos do estádio Dr. Machado de Matos vai começar já no início de Janeiro.
terça-feira, dezembro 21
quinta-feira, dezembro 9
Câmara de Felgueiras adopta novo regulamento de apoio aos clubes
segunda-feira, novembro 29
Não é fácil...
Mas este novo executivo da Nova Esperança conseguiu fazê-lo...
São 172.000€, num ano, por ajuste directo, com consulta apenas a 1 empresa, em 2 estudos, em que o 1º seria para um estudo sobre a macro-estutrura da Câmara Municipal de Felgueiras, e das suas participadas (ACLEM, EMAFEL, EHF, PTT).
Quanto ao estudo sobre a macro-estrutura da Câmara Municipal, esse estudo foi feito, embora se desconheça o "pai da criança", pois Daniel Bessa não foi certamente, como o próprio o referiu na Assembleia Municipal.
E teve uma grande virtude: a proposta de criação do Balcão único... como se já não existisse há muito tempo...
Quanto às participadas, nem uma linha no estudo... ou seja ficou "esquecido"...
Mas pago, já está certamente, pois o contrato embora violasse o caderno de encargos em relação ao preço, era claro quanto ao pagamento:
- 20% com a adjudicação
- 80% com a aprovação do relatório final
Quanto ao 2º segundo estudo, que se esperava que fosse a "tal" auditoria, afinal trata-se de "consultoria de apoio à Gestão Financeira"...
Pois é... já aqui tinha referido que a "tal" auditoria ia ser realizado no dia de "S. Nunca"... porquê? Porque o Senhor Presidente bem sabe qual é a real situação financeira do Município, e que não aquela que tanto apregoa porque lhe dá jeito... o buraco que ele encontrou foi um "buraco cheio"...
Talvez este "Apoio à Gestão Financeira", se deva ao facto de os Dirigentes da Câmara Municipal (incluindo o da área financeira), já não existirem... talvez fique mais barato esta assessoria externa (83.200,00€) ... ou talvez não...
Talvez um dia se perceba estes ajustes directos, sem consulta a mais nenhuma empresa... urgência? competência científica?
Uma coisa é certa, seja qual for o resultado deste 2º serviço agora encomendado, a credibilidade vai ser a mesma do 1º... zero...
quarta-feira, novembro 24
Mais eficiência energética
A câmara municipal de Felgueiras viu aprovada uma candidatura no âmbito do “Programa Operacional Regional do Norte” para um projecto designado por “Eficiência energética da iluminação pública” que vai permitir uma redução do consumo de energia na “ordem dos 30% a 40%” na iluminação pública.
Já foram intervencionadas algumas zonas no sentido de melhorar e recuperar a rede que estava danificada pela antiguidade ou vandalizada.
terça-feira, novembro 23
Praça Dr. Machado de Matos
Em reunião de câmara, do passado dia 3 de Novembro, ficou decidido a abertura do concurso público para a construção do “Praça Dr. Machado de Matos - Parque de estacionamento” pelo valor de 3,505 milhões de euros, conforme projecto do Arqº Siza Vieira. O mesmo está inserido na candidatura “Promoção de operações integradas em zonas prioritárias de regeneração urbana” do Programa Operacional do Norte – ON.2 – O NOVO NORTE, aprovada (ou pelo menos iniciada) ainda no anterior mandato (para não aparecerem aqui os reivindicadores do costume, fica já esclarecido).
Já não era sem tempo que a Praça Dr. Machado de Matos vê as obras arrancarem. Seria importante, na minha perspectiva, saber o real custo do projecto de arquitectura e afinal se havia, ou não, valores por liquidar ao Arqº Siza Vieira.
segunda-feira, novembro 22
sexta-feira, novembro 19
Casa das Artes e a alegada falta de capacidade deste executivo...
quarta-feira, novembro 17
Relatório ACLEM

Através do Relatório sobre a situação Económica e Financeira da ACLEM, E.M., podemos “adivinhar” algumas questões sobre a Casa das Artes e porque ainda está fechada.
domingo, novembro 14
Promessas… promessas
São as promessas, ou os compromissos como agora gostam de designar, que fazem os políticos ganhar eleições. Sócrates prometeu várias vezes, antes das eleições e após ter sido eleito, não aumentar os impostos e já aumentou duas vezes. Obama ganhou com base numa promessa de remodelação do sistema de saúde e do fim da guerra no Iraque. Se na promessa de saída do Iraque está cumprir, a questão da reforma do serviço de saúde, está a ter bastantes dificuldades internas na aprovação das medidas, não cumprindo até agora a promessa. Isso, aliado ao facto de a performance económica não ser a melhor levou a que os Democratas e principalmente Obama, fosse muito penalizado nas últimas eleições.
Por cá, durante anos a fio, Fátima Felgueiras, fez promessas nunca cumpridas, facto que nunca a impediu de continuar a ganhar eleições. Tivemos uma Piscina Olímpica que nunca saiu do papel, uma Casa da Juventude prometida desde sempre, apenas para nomear duas. O Orçamento tinha uma muito baixa taxa de concretização porque ficavam por realizar inúmeras promessas que se arrastavam de Orçamento em Orçamento de mandato em mandato.
Temos agora um novo governo na câmara municipal, fruto de uma coligação entre PSD e CDS há um ano. Este é o primeiro ano de um mandato de quatro anos. A Nova Esperança ganhou as eleições fruto de dois factores principais. Um notório desgaste da imagem e liderança de Fátima Felgueiras e da total apatia em que se encontrava o concelho. Por outro lado, Inácio Ribeiro, surge como uma alternativa do povo, identificado como do povo, falando a sua linguagem e estando ao seu nível. Das promessas feitas, algumas das principais estão cumpridas – entrega dos livros, questão do apoio social aos idosos, etc – faltando cumprir muitas outras, com certeza, afinal apenas passou ¼ do mandato. Mas, no meu ponto de vista, não é nessa questão que a NE perde votos. A maioria camarária tem denotado alguma falta de decisão, de adiar medidas esperando pela melhor altura para as tomar, o que implica, uma letargia no aparelho camarário. Isso aliado ao facto de ter que gerir um aparelho que lhes é hostil em algumas áreas não ajuda. Mas isto não são desculpas, a NE só se pode queixar dela mesma e só ela pode alterar e ajustar o rumo dos acontecimentos, aparecendo com outra dinâmica junto do eleitorado. Julgar apenas, e reforço, apenas, por aquilo que está feito, passado apenas um ano de gestão, depois de trinta e cinco anos de socialismo, não é, de todo, a melhor forma de o fazer.
sábado, novembro 13
Oposição está a trabalhar na mudança
sexta-feira, novembro 12
Baldes para a chuva no centro escolar de Várzea!!!
quarta-feira, novembro 10
Para memória futura
Não há almoços grátis (II)
Claro que, sobre este assunto, a coligação PSD/CDS não está isenta de responsabilidades. Deixar arrastar uma situação que é inevitável – mudanças e saídas de alguns funcionários – como forma de optimizar a máquina. Como é evidente há lugares que têm que ter confiança política, que nunca poderia existir com as pessoas que lá estão.
Tudo isto provoca uma muito má situação. Primeiro começaram a surgir algumas conversas “de café”, depois a oposição aos gritos a dizer que a câmara está parada. Finalmente, hoje, ao final do dia, recebo uma chamada de um arquitecto amigo, que me pergunta se eu sei o que se passa na câmara, porque tem um PIP (pedido de informação prévia) parado porque falta o despacho de alguém que não tem a comissão de serviço renovada… e o processo está parado. Passou do “diz que disse”, para um facto real, contado na primeira pessoa. Assim algo vai mal…
terça-feira, novembro 9
Não há almoços grátis
Quando nos dirigimos a uma repartição pública e somos atendidos, esperamos que o(a) funcionário(a) nos atenda bem, prestando os devidos esclarecimentos, dúvidas e informações, independentemente de quem esteja como Primeiro-ministro. Se o governo for socialista o funcionário dá uma informação e, sendo social-democrata dá a mesmíssima informação. Porquê? Porque ele é um funcionário público, i.e., serve a causa pública, portanto, todos nós e não o “chefe”. Se assim acontece, na Administração Nacional, por que não se passa o mesmo na Administração Local, nomeadamente em Felgueiras?
Os funcionários da câmara municipal de Felgueiras estão sujeitos a uma hierarquia própria, a regras e procedimentos, mas parece que alguns se esquecem do dever principal que é servir o concelho e a sua população. A CMF teve um dos maiores crescimentos de funcionários nos últimos quinze anos, cerca de quinhentos, e alguns devem-se achar em dívida para com alguma pessoa. Omitir, desinformar, esquecer, informar tardiamente são pequenos “truques” que emperram uma máquina que se pretende eficiente. Um comentário jocoso numa sala de atendimento ao público, transmite uma ideia errada cá para fora. E sabemos em benefício de quem. É que, meus caros, não há almoços grátis, e todos os favores vão ser cobrados.
segunda-feira, novembro 8
terça-feira, novembro 2
Saídas do Felgueiras 2005
domingo, outubro 31
Um ano depois… (V)
sábado, outubro 30
O acordo...
Logo, era natural que aqui chegassemos...
quarta-feira, outubro 27
Um ano depois… (IV)
A coligação NE cumpriu com a promessa eleitoral de entregar livros, de uma forma gratuita, aos alunos do 1º ciclo. Veio logo o chorrilho de queixas: “Não cumpre com a promessa eleitoral na totalidade” (justificação que valeu o voto contra do PS!!! Pasme-se!), “a medida é injusta porque entrega livros a gente rica, deixando de fora os mais necessitados!”. Vamos por partes. O PS Felgueiras vota contra uma medida que beneficiou (aqui os números divergem) cerca de 1000 crianças. No ano anterior seriam cerca de 800 e passaram para 1800. É incompreensível tal sentido de voto, principalmente para quem se diz socialista e defensor de um Estado social. Depois o argumento de que foram entregues livros a gente rica ficando os pobres de fora. Não sei como tal foi possível se a medida abrangeu todos os alunos do 1º Ciclo. Os pobres e os remediados. Pior situação existia antes, quando, empresários que vão buscar os filhos em carro topo de gama, têm direito a apoio, e o filho do caixa do banco e da funcionária da câmara que não têm como fugir aos impostos, não tem. Assim, todos têm. Mas esta decisão ainda se revelou mais acertada, uma vez que o governo se preparar para aprovar no famoso Orçamento de Estado medidas que vão reduzir, e muito, o número de alunos com direito a apoio. Com a NE, mantendo-se no 1º ciclo, e estendendo ao 2º no próximo ano, conforme prometido, esse impacto nas famílias felgueirenses será atenuado.
Um ano depois… (III)
Uma das questões que o PS reclama – as duas variantes do partido socialista que existem em Felgueiras, a oficial e a do MSP – é que a obra inaugurada e/ou em conclusão pertence toda, em exclusivo, ao anterior executivo de Fátima Felgueiras. Sem dúvida que sim. Não ouvi ninguém da NE, reivindicar para si, projectos da autoria de outros, apesar de ter sido a NE a resolver inúmeros problemas, como por exemplo, com os centros escolares, encontrando-se alguns ainda com várias questões por resolver. Uma das situações mais prementes foi a que aconteceu com o centro escolar de Pombeiro. Fátima Felgueiras acusa a NE nas redes sociais do atraso da obra – com razão porque devia estar pronta – e que um engenheiro amigo lhe teria referido que só não estava pronto devido à incapacidade deste executivo. Esqueceu-se foi de dizer que, quando a NE foi eleita e tomou posse, já o edifício lá estava implantado, o projecto aprovado na câmara, e já se tinha conhecimento dos problemas técnicos existentes, como por exemplo não existir espaço para os autocarros fazerem inversão de marcha em plena EN101! Mas, claro, isso são apenas pormenores…
Um ano depois… (II)
Avaliar a gestão de uma câmara não é fácil, e, principalmente, quando decorreu apenas um ano desde a sua eleição. A Oposição, passados que estavam apenas 45 dias, já vinha a terreiro reivindicar obra e a conclusão de promessas eleitorais. Os socialistas de Felgueiras, na oposição pela primeira vez em 35 anos, esqueceram, em 45 dias, que estiveram 35 anos no poder e que tanto ficou por fazer e de tantas promessa eleitorais que passavam de eleição em eleição.
Um ano depois…
terça-feira, outubro 26
Felgueiras 2005 e os comentários
domingo, outubro 24
As Assembleias Municipais do 8 ao 80
O novo presidente da A.M., eleito há um ano, Paulo Rebelo, passou do 8 para o 80. Com uma boa ideia – permitir que houvesse uma maior descontracção e menor rigidez no cumprimento do Regimento, como forma de privilegiar o verdadeiro e democrático debate político - As Assembleias perderam todo o formalismo, não há controlo dos tempos das intervenções, são permitidos exageros a todas as bancadas, sem excepção, que chegam a roçar a grosseria e a falta de educação.
É certo que a mudança para o novo espaço, em nada beneficiou as A.M.. Os membros da mesma, encontram-se ao mesmo nível, o que dificulta a audição e visão das intervenções, bem como o que se passa nos diversos espaços (Mesa, Câmara e Vereação). Mas o pior de tudo mesmo é a proximidade das primeiras filas ao espaço reservado à Mesa. Com o natural protesto, apartes, comentários e risos é muito difícil que as A.M. saiam dignificadas. Mas atenção, a responsabilidade não é apenas de uns quantos, é de todos. Mas enquanto a situação lhes convir…
sexta-feira, outubro 22
A candidata independente do PS Felgueiras
Perante o cenário de dois partidos socialistas em Felgueiras – Fátima Felgueiras sempre se disse, e assumiu, socialista, e nunca se afastou desse posicionamento, também como forma de captar votos – cedo perceberam que a divisão e a hostilização permanente, entre os dois PS, que marcaram os primeiros meses de mandato (numa clara tentativa de Eduardo Bragança liderar a oposição, aproveitando o período de nojo de Fátima Felgueiras) não dariam frutos.
O regresso de Fátima Felgueiras ao seu lugar como vereadora, muda o cenário político e fecha as portas a alguns militantes, pelo que a melhor solução encontrada será o regresso, como independente, de Fátima Felgueiras ao PS encabeçando a próxima lista candidata à Câmara Municipal. Depois de todas as movimentações e concertação de posições nas reuniões de Câmara e Assembleias Municipais, chegou a hora de acertar as condições da candidatura. Com a reeleição de Renato Sampaio para a distrital, tido como muito próximo desta comissão política, e com a ponte entre as duas facções feita através de Júlio Faria e alguns (muito poucos) militantes, o entendimento ficou possível e só faltava o apadrinhamento da Distrital do PS, que já está, neste momento, acordado. Resta agora saber com que olhos o PS nacional verá esta candidatura de Fátima Felgueiras.
Serviço Público
sábado, outubro 16
Por favor um campo de futebol “operacional” para o centro escolar de Várzea
Agora digo eu...
quinta-feira, setembro 23
Afinal não há auditoria...
terça-feira, setembro 21
Sobre as AEC's
segunda-feira, setembro 20
IMI em Felgueiras sempre nos valores maximos
sábado, setembro 18
Caros companheiros bloggers,
Quando enderecei o convite a todos foi, sinceramente, na expectativa que, não escrevendo todos os dias nem todas as semanas sequer, fossem escrevendo ao vosso próprio ritmo.
Como sabem, um blogue, só serve para alguma coisa com conteúdos. E sem a vossa muito pretendida opinião (senão não vos teria convidado) fica quase só com a minha opinião e com alguns comentadores muito pouco anónimos. Alguns bons e prementes, outros, basta ver as frases e os termos e são facilmente identificados, e ainda outros, os seguidores do costume. Há também a raça pior, que são aqueles que vinham a coberto do anonimato tentar enxovalhar e denegrir. Esses, foram embora com o controlo. Para os outros há medidas em curso.
Sei que alguns de vós pensam que estar aqui exposto é mau. Não é pior do que assinar uma crónica de opinião. Só que aqui temos um directo feedback do que pensam do que escrevemos, enquanto nas crónicas ficam pelas ameaças à integridade física pelo telefone, como eu já fui vítima. Sei também que estar quieto, calado, não escrever, não levantar ondas é mais confortável, mas por outro lado sei que cada um de vocês não é ‘desse género’, portanto que se passa para não escreverem?
Há uns meses enviei um e-mail para todos, agora, desta forma pública, gostaria que recomeçassem a escrever, se for essa a vossa vontade. Se quiserem conversar comigo têm os meus contactos…
Obrigado e boas postas.
Iluminação A11
A mesma notícia adianta também que “A câmara, de maioria PSD/CDS, e o PS, na oposição, têm reclamado junto da concessionária a melhoria na segurança da via, nomeadamente a iluminação nas rotundas, que diminua a sinistralidade verificada desde a abertura ao trânsito.”
Uma coisa é certa. Independentemente de quem é a responsabilidade e no anterior mandato a autarquia reclamava que a responsabilidade era da concessionária que construiu as vias e por isso a iluminação também deve estar incluída, é necessário resolver rapidamente para segurança de todos os utilizadores das vias.
quinta-feira, setembro 16
O novo ano escolar em Felgueiras...
terça-feira, setembro 14
As promessas não são anónimas...
Este post foi sobre duas medidas, com as quais a Nova Esperança (NE) se comprometeu e fez, nada tem a ver com o passado. Mais, no passado o anterior executivo poderia ter entregue os livros de uma forma gratuita e não o fez? Sim, mas não fez. Poderia ter facilitado o pagamento dos ramais de água como forma de incentivar um maior número de munícipes ligados à rede e não o fez, tendo os mesmos instrumentos disponíveis: 50% de desconto e pagamentos faseados? Sim, mas não o fez. Isto são promessas da NE cumpridas e eu percebo que lhe cause urticária quando passaram este tempo todo, incluindo a campanha, a dizer que as promessas não seriam para cumprir. Pois meu caro, aí estão. Mas mais surpresas vai ter, não pare de coçar.
A segunda questão pensava eu que estava resolvida. Obras como a Praça Dr. Machado de Matos (mais de 15 anos no papel), Casa das Torres (desde, salvo erro, 1985 nos Planos e Orçamentos, era para ser a Casa da Juventude), Casa das Artes, rede de água e sneamento são projectos ou obras concluídas pelo anterior executivo, incluindo os centros escolares. Claro que eu poderia aqui falar de muitas peripécias mas não o vou fazer. O importante não é isso, é estar pronto.
Em forma de conclusão: concorde ou discorde de uma medida, mas vir sempre com o mesmo discurso já não colhe. Se for intelectualmente correcto terá que concordar que 35 anos de poder socialista são 420 meses e a NE tem 10 meses de trabalho, ou seja, 2% do tempo que vocês estiveram no poder, ou ainda de uma outra forma, vocês estiveram no poder 42 vezes mais tempo do que o que decorreu até agora. Num primeiro ano (e às vezes mandato) há várias obras que transitam do anterior, a gestão não é estanque. E qual é o problema? Ninguém aqui disse o contrário! Agora não usem é apenas isso como âncora para fazer oposição. Assumam que discordam da entrega gratuita de livros a todos os alunos do 1º ciclo e dos benefícios nas ligações da água e saneamento e digam isso ao eleitorado. Assumam!
Promessas Eleitorais
Outra das medidas foi a redução de 50% nas ligações à rede de água para ramais efectuados e nos casos em que não está ligado à rede de água pode pedir o pagamento em 12 meses ou 24 (para pessoas carenciadas) e no saneamento em 24 ou 48 meses (para pessoas carenciadas também), vindo esses valores nas facturas da água. Um funcionamento simples, e acima de tudo a pensar nos mais carenciados. Assim a água e saneamento podem estar na quase totalidade das habitações de Felgueiras.
As principais preocupações que a NE afirmou durante a campanha, Educação, Juventude, Idosos, estão a ser realizadas. Ainda não passou um ano…
segunda-feira, setembro 13
Concurso "Felgueiras 2005"

No ano que se celebra o 5º aniversário do “Felgueiras 2005” decidimos mudar o cabeçalho do Blogue. Como sempre foi nosso apanágio a livre participação e discussão, nada melhor que um concurso para eleger o próximo cabeçalho. Assim, apelando ao V/ contributo, seguem algumas regras:
- O concurso decorre durante um mês, terminando a 13 de Outubro de 2010.
- A imagem deve vir em formato .jpg ou .gif, podendo ser animada ou estática e com o tamanho igual ao presente;
- A imagem não poderá fazer referência a quaisquer símbolos de partidos políticos, associações culturais, recreativas ou desportivas assim como às suas siglas, bem como câmara municipal e juntas de freguesia, excepção feita a monumentos, bandeiras e logos que identifiquem o concelho como um todo;
- A imagem deverá obrigatoriamente ter menção às palavras “Felgueiras 2005”;
- Será dada preferência aos trabalhos que apelem (a exemplo do actual) ao debate de ideias, pluralidade de opiniões;
- Os trabalhos devem chegar via e-mail, em conjunto com a autoria do mesmo.
- Todos os trabalhos serão publicados no blogue e sujeitos à votação. Dos três trabalhos mais votados, os bloggers do Felgueiras 2005 escolherão o vencedor;
quinta-feira, setembro 9
PSD Felgueiras dá o mote
Para o presidente da câmara municipal, Inácio Ribeiro, ficaria o papel de desenvolver as principais orientações e decisões para o futuro do concelho, mais do ponto de vista estratégico e fazer a ponte com os compromissos eleitorais realizados e a previsão dos restantes. É muito importante que o faça.
Continuo a dizer que um dos principais problemas dos executivos e organizações em geral, é a falta de comunicação ou o seu desfasamento no tempo que dá azo a muitas variantes.
quarta-feira, setembro 8
Transporte escolar fica mais caro 300 mil euros
Com a necessidade de colocar os alunos em grandes centros escolares, há uma óbvia questão que se levanta como a deslocação desses mesmos alunos, pelo que as autarquias terão que encontrar forma de resolver os problemas... com mais transportes e mais custos.
Estádio Municipal II
Há aspectos que, os aqui defensores da decisão de tornar o estádio municipal pelado – e que na altura nunca aqui defenderam essa decisão – se estão a esquecer:
- O relvado do estádio foi destruído por uma prova de motocross autorizada pela câmara municipal;
- Sempre ficaram muitas dúvidas quanto ao real valor do prejuízo causado;
- Mas a decisão do então vereador, Bruno Carvalho, de retirar todo o relvado leva-me a crer que, ponderada a situação e os custos das duas soluções, era mais barato ficar pelado do que arrelvar novamente o estádio;
- Alguns anos antes, como é do conhecimento público, a câmara municipal, comprou o estádio ao Futebol Clube de Felgueiras (FCF), como forma de o financiar;
- A compra foi feita pelo valor indicado numa avaliação efectuada por um avaliador da câmara, seu funcionário;
- Com a transformação do estádio em pelado, este ficou a valer mais, menos ou o mesmo? Obviamente menos! Por isso, o património municipal ficou lesado com a desvalorização provocada pela decisão;
- Já foi concluído o acordo e a forma da fusão dos dois clubes e só não foi feita ainda nesta época porque o processo administrativo não ficou pronto a tempo;
Assim, posso chegar à conclusão que a decisão de voltar a relvar o estádio é correcta e perfeitamente defensável face à conjuntura actual e futura.
Por fim, há uma única pergunta que quero aqui colocar que nunca vi respondida. Se a prova de motocross não tivesse existido e danificado o relvado, este teria sido transformado em pelado da mesma forma?
PSD inaugura novo ciclo político
segunda-feira, setembro 6
Estádio Municipal volta a ser relvado
domingo, setembro 5
"twitte" com o Felgueiras 2005

domingo, agosto 22
Exposição de Postais antigos
sexta-feira, agosto 20
Serviço Público
terça-feira, agosto 10
Cortina de fumo… consequências
quarta-feira, agosto 4
Cortinas de fumo...
Primeiro: levantando dúvidas sobre o envolvimento ou não do Prof. Daniel Bessa no mesmo. Não me parece fundamental que este tenha que ter participado, mas já me parece descabido que tão reputado economista, professor e político, coloque que a sua honorabilidade em causa, dando a cara por uma coisa que não teve a ver, nem que seja sob o ponto de vista da orientação. Custa a crer.
Segundo: colocando em causa a finalidade do estudo, afirmando que servirá para afastar pessoas e colocar alguns boys. Como é sabido, as autarquias têm que adaptar as suas estruturas seguindo a nova legislação. Portanto a câmara estaria obrigada a ter que fazer esta reformulação mais tarde ou mais cedo. Tendo que o fazer, e sendo a maior empregadora do concelho com mais de 800 pessoas, é natural (para alguns parece que não) que o estudo contemple melhores práticas, agregue departamentos interdependentes e que retire muitos pequenos grupos que estavam dependentes do presidente, herança da anterior presidente sempre super-controladora e muito pouco dada a delegações de poderes.
Terceiro: lançando dúvidas quanto às empresas a quem são adjudicados os trabalhos e estudos. Para quem durante anos e anos, entregou pelos valores máximos, às mesmas empresas, empreitadas, os mesmos advogados a dar os pareceres e tratar dos processos, assim como tudo o que podia ser adjudicado directamente, têm cá uma lata para logo na primeira adjudicação de um trabalho virem gritar que aqui “há gato”.
Se querem, de facto, fazer uma oposição construtiva, é melhor começarem por dar explicações quanto ao porquê da condenação de pagar 1,3 milhões de euros à junta de Lustosa, assim como porque não foram liquidadas as facturas de 4 milhões à SUMA entre 1999 e 2006. Era interessante que assumam a responsabilidade e que ajudem a resolver a embrulhada. É que estarem apenas “preocupados” porque os serviços internos da câmara vão-se tornar mais eficientes, dinâmicos, e, no fundo, servir melhor o interesse dos munícipes, é uma cortina de fumo muito pouco eficiente…
Sou contra porque sou oposição (*)
A tudo isto, Fátima Felgueiras, responde ao canal de televisão SIC que “Não é naturalmente nesta ocasião que vou responder a cada uma delas, mas responderei, sem precisar de consultar documentos e posso afirmar que nenhuma delas tem qualquer razão ou justificação”. Entretanto passou uma semana e as justificações de que tais acusações são infundadas e que os credores não têm razão, tardam em aparecer. Mesmo que tivesse que consultar documentos, Fátima Felgueiras já tinha tido tempo para esclarecer tão grave acusação. Não é compreensível que se contratem empreitadas por “ordem verbal”, nem que de deixe de pagar a um fornecedor como aquele que faz a recolha dos lixos, durante sete anos! Mas não é apenas o silêncio de Fátima Felgueiras que incomoda todos os felgueirenses. É também o silêncio de todos aqueles que ao lado desta durante os mandatos do PS e MSP, se mantiveram calados e continuam calados. Muitos dos que, no anterior mandato, vimos na tribuna da Assembleia Municipal a criticar Fátima Felgueiras, foram os que a apoiaram no mesmo local nas políticas que agora outros vão ter que pagar. Nesta questão, os socialistas de Felgueiras não podem ficar de fora, lavando as suas mãos.
Com o final de um ano lectivo e com a preparação do próximo, a maioria PSD/CDS aprovou, dando cumprimento a mais uma promessa eleitoral, o fornecimento gratuito dos manuais escolares a todos os alunos do 1º ciclo em todos os escalões com excepção daqueles que tenham rendimentos superiores a 1.750 euros. Esta medida, da mais elementar justiça e que, comparativamente com outros gastos feitos no passado, é infinitamente mais barata, já poderia ter sido tomada por anteriores executivos, como forma de aliviar o esforço das famílias mais carenciadas. No próximo ano a medida vai ser extensiva ao 2º ciclo e no ano seguinte ao 3º. De salientar como nota negativa, o incompreensível voto contra esta medida, por parte do Partido Socialista de Felgueiras. Como é que se pode votar contra tal medida? É apenas porque se é oposição e o “dever” da oposição é votar contra todas as propostas da maioria camarária?
segunda-feira, agosto 2
Há coisas simples, não há?
quinta-feira, julho 29
Agora em directo....
21h25
Estou neste momento na Assembleia Municipal que tem carácter extraordinário.
Tem como assunto principal a aprovação do Regulamento de Organização dos Serviços Municipais. Temos o prazer de ter a apresentar o estudo o Dr. Daniel Bessa, embora tenha começado por deixar claro que já não está na Escola de Gestão do Porto há 16 meses... logo a sua participação neste estudo fica clara...
21h30
Dr. Daniel Bessa: "Confesso que se fosse eu a fazer a proposta, se calhar não fazia assim..."
21h32
Dr. Daniel Bessa: "Propomos agora o Gabinete do Munícipe para que as pessoas possam ser recebidas num local, onde tiram uma senha, e são atendidas de seguida por alguém qualificado..." - pergunto eu: mas este Gabinete já não existe na Câmara de Felgueiras há mais de 1 ano?
21h45
Dr. Daniel Bessa: "Os lugares de chefia serão muito importantes. É óbvio que aqui terão que ser por concurso, embora na Câmara do Porto tenham sido escolhidas as pessoas" - pois bem... afinal já percebemos afinal para que vai servir o estudo...
21h50
Foi o Dr. Daniel Bessa questionado pelo Dr. Lemos Martins sobre ser autor ou não do estudo. Não chegou ainda o momento de responder. Mas fica o registo que o Sr. Presidente da Câmara Dr. Inácio Ribeiro lhe sussurrou que não respondesse pois era uma questão política....
22h15
O Dr. Inácio Lemos faz a sua intervenção crítica ao estudo e à forma como o mesmo foi encomendado. Refere que se trata "de um fato à medida" e que para além do custo do referido estudo, apenas servirá para criar os empregos para os boys da Nova Esperança. Acaba com a seguinte afirmação: "Dizia o Sr. Presidente em campanha eleitoral que defenderia sempre a causa pública, imagine-se se assim não fosse..."
22h31
O Dr. José Mendes da Nova Esperança faz a sua intervenção e refere que este estudo é apenas 1 primeiro estudo... Pergunto eu: mas então quantos estudos de 20 mil contos serão ainda precisos para simplesmente cumprir apenas a Lei?
22h34
O Dr. Daniel Bessa refere que colocou como condição não receber um cêntimo pelo estudo, e que não sabe sequer quanto custou o estudo. Mas então pergunto eu: como é possível que um estudo liderado e coordenado pelo Dr. Daniel Bessa tenha custado 20 mil contos e o principal responsável pelo mesmo refere não saber sequer quanto custou?
22h37
O Dr. Daniel Bessa refere que não faz ideia de quando deve o estudo entrar em vigor.
22h38
O Dr. Daniel Bessa refere que obviamente que no Município o controlo tem que ser político. A Nova Esperança concorda, para quem no passado criticou o centralismo da anterior Presidente, percebe-se agora que apenas criticava porque estava na oposição.
Mas agora no poder quer reforçar ainda mais o centralismo no Presidente da Câmara.
22h43
O Presidente da Câmara presta agora alguns esclarecimentos. O primeiro é que não vai responder a algumas questões.... não precisava de o dizer... já estamos habituados...
22h46
O Presidente da Câmara refere que uma das principais medidas vai ser proporcionar formação a todos os colaboradores... será que se eu adivinhar aqui o papel da Associação Empresarial de Felgueiras estarei enganado?
22h50
O Presidente da Câmara depois de na campanha eleitoral ter defendido que os funcionários do Município eram dos melhores que há, quis agora vincar que o seu gabinete de apoio é constituído por "apenas" 3 pessoas e que nenhuma é de Felgueiras. Claro que não referiu os membros dos Gabinetes de Apoio dos Vereadores... porque aí não eram "só" 3...
23h00
O Dr. Daniel Bessa saiu da sala de forma a que se possa proceder à votação.
Certamente vai embora sem saudades de voltar.
Efectivamente ficamos a perceber que apresentou e defendeu um estudo que não conhecia, que tecnicamente defendeu bem, mas que acabou por deixar perceber que no Município do Porto será uma boa proposta, mas que não conhece minimamente a realidade do Município e dos serviços municipais...
quarta-feira, julho 28
... uma questão de €!
E até a auditoria às contas da autarquia, anunciada logo após as eleições, e discutida vezes sem conta (se estava ou não a ser efectuada), finalmente vai ser realizada a acreditar nas declarações de Inácio Ribeiro.
Em minha opinião, a avaliação das contas da autarquia deveria ter sido feito no início do mandato, por todas as razões que facilmente todos identificarão, mas também para própria protecção do novo executivo. No entanto, este executivo, que apesar de iniciado não é politicamente "ingénuo" , utiliza a "arma" das contas precisamente no momento em que Fátima Felgueiras regressa à política activa.
Teria sido preferível que as contas tivessem sido auditadas no início do mandato, e que servisse para identificar problemas e elaborar planos... assim fica a ideia que se trata de um trunfo político e não organizacional. Mais tarde, confirmaremos se além de trunfo político, não será também uma desculpa...
domingo, julho 25
Explique lá outra vez, sff...
sexta-feira, julho 23
1+1 >2
Pensem nisto
Por força das competências da função, estes têm que despachar processos e assuntos. Seria fácil, atrasar tudo isto, mas eram também fácilmente detectados. Mas para além disso, têm acesso a candidaturas, prazos para as mesmas, requisitos necessários, etc., etc.. Basta não se “lembrarem” de propor essas mesmas candidaturas superiormente para que tudo pare, não haja obras e o concelho imobilize.
Afinal a verdade é outra
terça-feira, julho 20
quinta-feira, julho 15
Câmara de Felgueiras com graves dificuldades económicas
Fátima Felgueiras respondeu a todas estas dividas com “Não é naturalmente nesta ocasião que vou responder a cada uma delas, mas responderei, sem precisar de consultar documentos e posso afirmar que nenhuma delas tem qualquer razão ou justificação”. Explicações simples como está pago ou não está pago, nem uma.
A SIC afirma ainda que “o presidente vai, nas próximas semanas, pedir uma auditoria às contas da autarquia”, esclarecendo assim a questão da auditoria estar, ou não, a decorrer.
quarta-feira, julho 14
Hora de Explicar (*)
Tudo isto se passou durante a gestão da câmara socialista e da sua outra versão, o Movimento Sempre Presente. Aquilo que se percebe, face ao que é conhecido do processo, o que estaria a impedir a conclusão das obras era o pagamento a Siza Vieira da verba em falta. Aqueles socialistas que acusavam depois Fátima Felgueiras de nada fazer em relação a esta Praça, eram os mesmos que sabiam do que tinha acontecido e os mesmos que em Assembleia Municipal a defendiam numa ocasião e a atacavam na seguinte pelo mesmo motivo. O que importa daqui, é que finalmente se vai concluir uma obra, retirando um “buraco negro” urbanístico no centro da cidade e fazer a devida homenagem a Machado de Matos.
Importa também referir que a lindíssima “Casa das Torres”, importante património arquitectónico da cidade, vai ser recuperada também. Fruto sim de candidaturas feitas pelo anterior executivo, mas continuadas, definidas e adaptadas para uma melhor rentabilização e ocupação dos espaços por este executivo de maioria PSD/CDS. A Casa das Torres vai ter o Gabinete de Apoio ao Empresário que é uma promessa da coligação Nova Esperança das eleições.
Em época de obras falta referir a “Casa das Artes” que se mantém por inaugurar e sem previsão à vista. Sabe-se agora, através das declarações da vereadora responsável pela área ao Expresso de Felgueiras último, que, para além de questões de concursos para fornecimento de equipamentos há também a questão de uma derrapagem brutal nos custos da obra, que chega ao milhão de euros (cerca de duzentos mil contos em moeda antiga). Isto representa um acréscimo de 30% nos custos. Alguém, pessoa ou empresa, depois de ter um orçamento de uma empresa aceitaria pagar no fim uma factura 30% superior? Naturalmente que não. Alguns dirão que é natural, que acontece em todo o lado. É precisamente por pensarmos assim que estamos como estamos.
Assim sendo, o regresso de Fátima Felgueiras vem mesmo na hora certa. Na hora de explicar estas coisas todas aos felgueirenses.
Livros grátis para as crianças do “ensino primário” - Excelente notícia!
sexta-feira, julho 9
Tempos difíceis esperam Fátima Felgueiras
quinta-feira, julho 8
terça-feira, julho 6
As contas da autarquia
Querem repetir sff ?
Dívidas da autarquia
Como o executivo actual, liderado pelo Dr. Inácio Ribeiro, começa a passar a informação para os munícipes que o executivo anterior não pagava as dívidas a tempo e horas, junto remeto três relatórios elaborados pela FEDICOP, referentes aos anos de 2007, 2008 e 2009 que demonstram o contrário. Esperemos que, no futuro, o município de Felgueiras continue a figuar nesses relatórios na posição em que o executivo anterior o deixou.
Parece-me que a divulgação destes relatórios no seu Blogue contribuirá para um melhor esclarecimento dos munícipes, mas V. Exª fará o que entender.
Com os melhores cumprimentos,
Lemos Martins"
sexta-feira, julho 2
A quem interessa?

quinta-feira, julho 1
Novo site Semanário de Felgueiras
Conselho Municipal de Juventude

Paga quem usa (*)
Nesta luta contra a aplicação de portagens estão as populações e os autarcas – pelo menos alguns – das localidades mais prejudicadas, como Felgueiras. Aqui vemos o presidente da câmara na frente da luta, em conjunto com os presidentes de outros municípios, mas não se conhece até ao momento a posição dos líderes da oposição, nomeadamente Eduardo Bragança e Fátima Felgueiras. Até ao momento, nem uns, nem outros, se vieram insurgir publicamente contra a sua família política, o que causa alguma estranheza… ou não.
Estranho, ou talvez não também, é a não abertura da Casa das Artes no Teatro Fonseca Moreira, quando, ao que parece, as obras estão concluídas. Numa altura em que este verão já devia ser sinónimo de muitas actividades culturais no novo espaço, este encontra-se fechado, sem que seja publicamente dada qualquer explicação para o assunto.
Sei que a maioria Nova Esperança, tem que se proteger dos ataques à sua gestão, mas não é, não comunicando, ou fazendo-o apenas quando as perguntas são enviadas por escrito. Já no passado critiquei esta atitude na gestão de Fátima Felgueiras e não posso deixar de o fazer desta feita também. Não sei se por receio do que se possa dizer, se por evitar que seja feita outra pergunta, na sequência da resposta para melhor esclarecer quem lê ou ouve, ou por outro motivo mais “elaborado”. Assim tudo fica mais artificial, fabricado, elaborado, sendo também mais politicamente correcto.
A cidade da Lixa está de parabéns, por mais um aniversário da passagem a cidade, e pela primeira vez com umas festas à “medida” dos anseios dos lixenses. Isso, em conjunto com a realização, na Lixa, da primeira Assembleia Municipal fora da sede de concelho, veio dar o merecido destaque à segunda cidade do concelho, ostracizada durante muitos anos pelo partido socialista.
terça-feira, junho 29
Praça Dr. Machado de Matos
Afinal o que faltava para que esta obra avançasse antes? O pagamento de 193 mil euros a Siza Vieira? Vontade política?
Para lá de tudo o que já foi dito sobre a necessidade da obra, do desprestigiante facto de se ter querido homenagear Machado de Matos e durante anos estar a praça ao abandono, há factos que há luz dos dias de hoje são incompreensíveis.
segunda-feira, junho 28
Casa das Torres

Ao que tudo indica o espaço foi requalificado quanto ao seu uso, que passará a ter a área de Turismo e o Gabinete de Apoio ao Empresário (sendo esta uma promessa eleitoral), o que me parece, à primeira vista, uma boa solução.
Interessante
sexta-feira, junho 25
Casa das Artes: Despesas “resvalaram” quase um milhão de euros!
terça-feira, junho 22
Carta a Paulo
Há determinadas questões que nem merecem discussão. Mas, pela consideração que me mereces, esclareço o seguinte.
Foram já algumas, as pessoas que por aqui passaram, umas que nada escreveram, outras que o fizeram de forma fugaz e outras que se dedicaram. Entendi eu, que não fazia sentido umas cá estarem e outras, fruto do desgaste das provocações diárias (que agora voltam), decidiram-se por um período sabático.
Se algumas pessoas, que por aqui passaram, vinham como “penduras”, por certo não levaram daqui o que pretendiam, a não ser que eu desconheça algo… e apesar de ser o único administrador, cada um é responsável por si mesmo.
É verdade que este blogue foi alvo de uma tentativa muito pouco dissimulada de ser calado mas não correu bem aos autores das tentativas que, em abono da verdade, vinham de vários quadrantes políticos.
Não sei que passarinho te possa ter sussurrado aos ouvidos, uma vez que não falei com ninguém acerca dos convites que ia realizar (Rui Sousa, Bruno Carvalho, Armindo Mendes, Miguel Carvalho e Hélder Quintela (retomando a escrita)) e que foram feitos no mesmo dia em que me lembrei dos mesmos, se a memória não me falha.
Não preciso conhecer pessoalmente todos os que por aqui passaram (conheci a Marta Rocha, quase um ano depois de ela aqui começar a escrever, e conheço Rui Sousa de um conversa de circunstância – acho eu… )
Como sabes também, durante os primeiros tempos do blogue e com uma maior participação de todos, trocava opiniões mais assíduas, o que não aconteceu por manifesta falta de participação de muitos elementos de há anos! Por isso assumi eu a responsabilidade.
Mal ou bem, é com estes que conto, assim como com outros que, longe do anonimato e do conforto da opinião de café, aqui a queiram manifestar.
Um abraço