segunda-feira, abril 30

Segundo excerto da entrevista de Bruno Carvalho...


Para Bruno Carvalho, vereador do desporto da CMF, é "porventura, se calhar" mais dificil transformar um campo relvado em pelado do que um pelado em relvado...

Eu até estou de acordo! Aliás, deve ser por isso que nunca ninguém neste País (excepto o dito vereador) se incomodou em tranformar o terreno de jogo relvado de um Estádio Municipal (com capacidade para umas 10.000 pessoas) em pelado.... se fosse fácil, qualquer um fazia....

O resto.... é conversa!

(Nota: alguém me sabe informar onde posso ter acesso ao relatório/ inquérito completo relativo a este assunto?)

sexta-feira, abril 27

Revista de Imprensa

«Estádio Machado de Matos reabre as suas portas», no «Semanário de Felgueiras»
«Susana Faria eleita para o Conselho Nacional da JSD», no «Semanário de Felgueiras» [link indisponível]

Happy Birthday!!!

Hoje o blogue «Funny Learning» celebra o seu primeiro aniversário. Ao blogue e principalmente à sua autora, Ofélia Ribeiro, os meus parabéns pelo trabalho desenvolvido, pelos temas escolhidos, pela forma como incentiva os alunos ao estudo e como promove as suas aulas de uma forma muito motivadora. Recordo aliás, com saudade, um famoso debate sobre os prós e contras da energia nuclear, numa das muitas aulas em que eu tive o prazer de ser seu aluno. Dezassete (?) anos depois…

quinta-feira, abril 26

Opinião & Justiça III

Havia por aí quem se afirmasse como defensor dos direitos e liberdade de expressão, paladino dos blogues e provedor dos mesmos. Pelos vistos viu ao longe as medidas a aplicar pela autarquia.

Piscinas privatizadas?

Por incrível que vos possa parecer subscrevo quase na totalidade a intervenção de Inácio Lemos, no jantar comemorativo do 25 de Abril, do PS Felgueiras. Descobri, surpreendido, que a sua intervenção refere que a autarquia tem a «pretensão de privatizar a piscina municipal». Nunca tinha ouvido tal coisa, - e não tenho que saber de tudo – mas que se ideia é esta?

terça-feira, abril 24

Brandos costumes

Somos mesmo uma terra de brandos costumes. Mesmo depois de alguns alertas sobre o caso da aprovação por unanimidade de uma decisão que permite qualquer dos eleitos locais de processarem «qualquer autor de notícias, afirmações ou insinuações que lesem o nome do Município, instaurando os processos de natureza criminal e/ou civil que venham a mostrar-se oportunos e adequados», ninguém diz nada, nem mesmo os partidos que dão suporte aos vereadores que aprovaram tal medida. Repito-me. Sabendo que os eleitos locais já têm um estatuto que lhes permite tal defesa jurídica no exercício das suas funções, para que serve tal medida? Exercer pressão sobre a comunicação social?

Ódios de estimação

À medida que me deliciava com o texto "Altura de Mudança (1)", que o meu caro Sérgio Martins elaborou, começou a ferver em mim uma ideia, que apesar de não ser explícita na posta, é inerente ao espírito do autor.
A crença numa mudança só existe, quando há simultaneamente, crença nos intervenientes.
E para se acreditar em pessoas, é essencial que não se cultivem os chamados "ódios de estimação".
Por um lado, são esses ódios que motivam uns para a luta política, da qual, na melhor das hipóteses, resulta um debate democrático, mas no pior cenário só desacredita os mesmos.
Uma vez disse-me o actual presidente da comissão política do PSD de Felgueiras, suponho que por não ter gostado da minha intervenção, que (à época verdade) eu não fazia parte da comissão política da JSD e como tal, não tinha o direito de ser ouvida. Não gostei de ser censurada, mas não guardo mágoas.
Quando o Sr. João Sousa diz que o PSD deve deixar de falar para dentro e começar a falar para fora do partido, eu concordo. Acho que o partido tem girado sobre si mesmo, as lutas internas desgastaram-no e retiraram-lhe a força que deveria ter tido nas autárquicas.
Mas antes de falar, o partido deve ouvir, não apenas o que lhe interessa, mas acima de tudo as vozes discordantes.
Na JSD fiz amigos e não quero, no dia em que completar 30 anos, fazer inimigos no seio do meu partido.
Se o PSD fosse mais unido já teria corrido há muito com a Srª.

Posso fazer destas, minhas palavras?

«A atitude digna de Ribeiro e Castro neste processo tão pouco limpo leva a perguntar se vale a pena que pessoas de bem continuem a tentar fazer política dentro de qualquer partido - aqueles que se recusem a jogos inenarráveis do aparelhês, que não alinhem em interpretações abstrusas dos Estatutos, que não se associem à cacicagem acéfala dos votos nas eleições internas mas que ainda acreditam que fazer política tem uma dimensão que ultrapassa a pessoal e a que for servida ao bando, esse número cada vez mais escasso de pessoas normais dentro dos partidos terão realmente condições para estarem na política e insistirem nesta tarefa tão árdua e demasiado propícia a muitas salpicadelas de lama?Não se dará o caso dos partidos políticos portugueses e os seus inenarráveis aparelhos estarem definitivamente entregues a "profissionais" sem profissão, quase sempre sem qualificações, sem ideias, sobretudo sem um pingo de vergonha na cara, que não conhecem limites éticos ou de qualquer espécie para alcançar o poder e aí residir custe o que custar?»
Por CCA no Blasfémias.

Altura de Mudança (1)

Foram eleitos no passado dia 14 de Abril os novos órgãos do PSD Felgueiras. As listas únicas lideradas por João Sousa e Francisco Cunha, para a Comissão Política e Mesa de Plenário respectivamente, foram eleitas com os votos de cerca de 45% dos militantes. Aos eleitos quero aqui desejar sucesso e coragem, para a sempre difícil tarefa de ter que tomar decisões, nem sempre pacíficas, nem sempre cordiais, mas necessárias para um futuro melhor. Em entrevista ao «EXPRESSO DE FELGUEIRAS», João Sousa usou uma expressão para definir o PSD que pretende: «Quero um partido que pense nos verdadeiros problemas dos felgueirenses e que fale com as pessoas e não um PSD a falar sozinho e para dentro». Se esta nova comissão política mantiver como premissa número um esta frase, estará com toda a certeza no bom caminho. Se estivéssemos a falar de uma empresa, esta simples mas emblemática frase, poderia resumir a Missão da Empresa, o seu objectivo número um, e toda a estratégia seria preparada a partir daí.
Conheço o João desde os tempos de liceu, jovens adolescentes então. Recordo a minha primeira eleição para a associação de estudantes, apoiado pela JSD também pela primeira vez, (era então líder da «jota laranja», Alírio Costa, hoje vice-presidente de João Sousa) que contou com a contestação de… João Sousa, na altura frontalmente contra as intervenções partidárias nas associações de estudantes. Ironias do destino. Fez o seu percurso político na JSD ao lado de alguns dos que agora o acompanham nesta comissão política. Apesar de nem sempre concordar com ele, reconheço-lhe a tenacidade e combatividade necessárias aos meios políticos, para levar em frente esta empreitada. Dessas qualidades irá precisar para resolver algumas das prementes questões herdadas da anterior comissão política, nomeadamente: que tipo de relacionamento vai promover com os vereadores eleitos? Pretende integrar os vereadores numa estratégia conjunta – comissão política e vereação -ou os danos causados pela anterior comissão política são irreparáveis? Que orientações pretende dar aos elementos da Assembleia Municipal? As intervenções na Assembleia Municipal são tradicionalmente feitas pelas mesmas pessoas, focadas nos mesmos problemas, e muitas vezes dessincronizadas das restantes. Teremos capacidade para exercer uma forte pressão na Assembleia, ou vamos continuar a ter «casos limianos»? O PSD já foi desafiado pelo líder do CDS e companheiro de crónica no «EXPRESSO DE FELGUEIRAS», Dr. Paulo Rebelo, para uma coligação. Se a estratégia for essa, o PSD deve assumi-lo desde já. Uma coligação próxima das eleições não é viável. A juventude desta comissão política permitirá – espero eu! - uma alteração na maneira como se tem feito política em Felgueiras. Que seja feita em prole do concelho, das suas gentes e do PSD. Muitos dos militantes estão/ foram afastados pela anterior comissão política, incluindo a JSD. Teremos finalmente uma comissão política integradora de todos, apelando à sua participação e tarefas como afirmado por João Sousa na já referida entrevista, ou continuaremos assim? Tenho a firme convicção que será esta uma altura de mudança.
(1) Expresso de Felgueiras, 20 Abril 2007

segunda-feira, abril 23

Teatro Fonseca Moreira

Confesso que por vezes não percebo o negativismo e o puxar para baixo de determinadas pessoas. O ansiado projecto de recuperação do Teatro Fonseca Moreira, da autoria do Arqº Filipe Oliveira Dias, (já agora foi também autor do fantástico Teatro de Vila Real), vê agora a sua apresentação pública. É certo que o projecto aparece no site do autor com data de 2006, mas presumo que a autarquia aguardou apenas a resolução de problemas relacionados com expropriações e a melhor altura política para mostrar «trabalho». Posso discutir isso – a oportunidade do momento - mas aqui, o objectivo é que o projecto saia do papel e passe finalmente à obra. Neste momento é prematuro atacar a autarquia numa altura em que apenas vai anunciar a obra, mas depois, a verificar-se a previsão….

É verdade....

Já que se fala em JS, lembrei-me de perguntar. Recordam-se do que eu escrevi (21.06.2006) sobre um «pedido de audiência» ao vereador da Juventude e Desporto, Bruno Carvalho? Recordo também a áspera resposta dos jovens socialistas, que terminou com uma frase: «Isto é uma oposição responsável, defender os nossos jovens no lugar certo, lutar por eles e, depois, apresentar resultados.». Exactamente. Aguardamos dez meses e os resultados são….????

Reeleição

A JS Felgueiras passou também por um acto eleitoral que reelegeu Filipe Carvalho como líder dos «jotas» socialistas de Felgueiras. Ao Filipe Carvalho e restante equipa faço votos de bom trabalho, sempre na perspectiva da melhoria das condições dos felgueirenses, especialmente à sua juventude absolutamente esquecida. Quanto a listas únicas e unanimidades, já sabem o que penso.

sábado, abril 21

Repararam?

Não sei se fui apenas eu que reparei nas diferenças sobre o mesmo facto noticioso – eleições no PSD Felgueiras – dadas pelos dois jornais locais.
«João Sousa vai ser o líder do PSD na preparação das próximas eleições Autárquicas» [Expresso de Felgueiras]
«João Sousa irá liderar a concelhia até 2009 mas o mandato terminará antes das Eleições autárquicas agendadas para o final desse ano.» [Semanário de Felgueiras]

sexta-feira, abril 20

Procura-se


Os senhores e senhora cujos nomes estão «pendurados» logo no início da coluna da direita, cuja visão, muito superior à minha, conseguiu antecipar que esta coisa dos bloggues ia dar direito a má reputação. É só isso, ou é mesmo para eu ficar sozinho?

Falta de vergonha

«Quando esta mudança ocorre num momento em que se discute se houve ou não interferências do executivo nas escolhas editoriais de algumas redacções, o que se passou mostra que ou se perdeu o sentido dos timings políticos, ou a doença de que Pina Moura padecia - a falta de vergonha - é mesmo muito contagiosa».
José Manuel Fernandes, em editorial no Público.
A propósito deste editorial eu era (eu disse era?) capaz de dizer que há algumas autarquias que precisam de rever a forma como contratam determinadas assessorias e outros recentes cargos, mas é melhor não, não vá alguém decidir que eu estou a insinuar alguma coisa e processar-me.

Revista de Imprensa

João Sousa eleito presidente do PSD Felgueiras, no «Semanário de Felgueiras»
João Sousa eleito presidente do PSD Felgueiras, no «Expresso de Felgueiras»
Carlos Zeferino sente-se mais livre para votar segundo a sua consciência, no «Expresso de Felgueiras»
Vereador derrota clube de natação de Felgueiras, no «Semanário de Felgueiras»

quarta-feira, abril 18

Opinião & Justiça II

A propósito desta minha posta, há por aí alguém que me ajude a descobrir a notícia que o EXPRESSO publicou, e que deu origem à decisão da autarquia de Felgueiras?

terça-feira, abril 17

Montana

A Marta, nossa companheira de blogue, escreveu uma posta dando nota da alegada denúncia por parte da autarquia da concessão do bar «Montana», alegando a «falta de licença de construção». Por aquilo que a autarquia diz, foi a sociedade exploradora do bar que denunciou o contrato com base numa das cláusulas, a sétima, que não é revelada.

Não apaguem a memória II

A propósito desta minha posta, Inácio Lemos decidiu responder (não consegui fazer o link directo para a posta, porque esta não abre, abrindo apenas um profile de um tal Pedro Pereira da Costa). Não sou, em abstracto, contra os debates, apenas não concordei com aquele tipo de debate. Registei a atitude e o acto de contrição.

segunda-feira, abril 16

Já que é para lembrar

Paulo Gorjão, relembra no Bloguítica, uma velha questão levantada pelo Público, mas nunca respondida, nem pelo dito jornal, nem pelos visados da notícia.
«COM QUEM É QUE FÁTIMA FELGUEIRAS MANTEVE CONTACTOS NO SECRETARIADO NACIONAL DO PS? QUANDO É QUE ESSES CONTACTOS TIVERAM LUGAR? QUEM É QUE INFORMOU JAIME GAMA PREVIAMENTE DA LIBERTAÇÃO DE FÁTIMA FELGUEIRAS?»
Talvez nos dias de hoje, em que os «actores» políticos locais desse tempo, exercem outras funções e têm outras ideias, nos possam esclarecer do que pelos vistos sempre souberam.

Opinião & Justiça

Muito se tem falado, a propósito do processo da licenciatura do nosso Primeiro-Ministro, das pressões exercidas por este, juntos dos jornalistas e directores de jornais, ameaçando até com processos-crime. Sempre foram conhecidas conversas entre aqueles que exercem o poder e os meios de comunicação social. Quem tem o poder necessita de fazer passar a sua mensagem e os meios de comunicação social precisam de ter acesso a quem governa para obterem respostas e entrevistas. A linha que separa este relacionamento daquilo que pode ser considerada pressão é muito ténue. Ora, o que já não é tão normal é que uma autarquia como a nossa aprove, em reunião camarária e por unanimidade, uma proposta que visa processar civil e/ou criminalmente «todo e qualquer autor de notícias, afirmações ou insinuações que lesem o nome do município». Entendo que não seja uma situação normal pelo simples facto de que, como é reconhecido na proposta, os eleitos locais gozarem de protecção penal, assim como as instituições e os cidadãos. Qualquer cidadão ou instituição pode recorrer aos tribunais quando vê o seu bom-nome, honra ou integridade, abalada por qualquer notícia ou afirmação. Contudo, esta medida aprovada no seguimento de uma notícia do semanário «Expresso», parece-me exagerada e pode ser interpretada como uma forma de pressionar, ou pelo menos condicionar, notícias e opiniões.

Eleições PSD Felgueiras

Foi eleita a única lista concorrente às eleições para os órgãos locais do PSD, liderada por João Sousa. Os elementos eleitos são: Comissão Política: João Sousa (presidente), Alírio Costa (vice-presidente), Carla Meireles (vice-presidente), Vera Alves (tesoureira) e os vogais: António Pedro Lira, Cristina Ribeiro, Elisa Rodrigues, Fernando Lachado, Jorge Gonçalo Fonseca, José Lemos, Nuno Miranda, Vítor Vasconcelos. Para a Mesa do Plenário: Francisco Cunha (presidente), Maria Emília Faria, Inácio Ribeiro.
Aos eleitos quero desejar os melhores sucessos nesta sempre difícil tarefa de ter que tomar decisões, nem sempre pacíficas, nem sempre cordiais, mas necessárias para um futuro melhor. Para além disso, desejo ainda que esta jovem equipa tenha a coragem que o momento exige.

sexta-feira, abril 13

Custos & Custos

Finalmente o vereador lá responde.... sabe Deus a que Custo... E, por muito que nos Custe, continuamos sem saber quanto Custou, de facto, a trapalhada;
Mas o que realmente Custa é que haja quem pense que a CMF é uma coutada privada que gerem a seu bel-prazer... o que, por muito que lhes Custe, não é bem assim....
Também Custa a perceber porque razão a CMF demorou quase 10 meses a informar dos Custos desta Custosa situação.... se à dita empresa os Custos foram apresentados a 26 de Junho de 2006 o que Custava ao vereador calar as críticas nas AM sucessivas, na imprensa e na blogosfera onde foi consecutivamente interpelado a este respeito?
Falta, talvez, o mais Custoso dos Custos: quanto Custou a Felgueiras, aos seus Clubes e suas gentes, a inutilização deste recinto desportivo? Custou muito.... muito mesmo!
Mas desengane-se quem pense que os Custos ficam por aqui... Outros serão pagos, politicamente, muito em breve....

Apenas para que conste

Ao longo de quase um ano (a primeira posta sobre isto data de 19 Junho), apesar de intermitentemente, este blogue foi apresentando os desenvolvimentos do caso do estádio municipal Dr. Machado de Matos. Quase um ano depois, e depois de um pedido de esclarecimento do vereador do PS, José Campos, a maioria do executivo responde. Mas responde dando indicação que foram apurados os «danos e custos inerentes à realização do evento», que a empresa foi disso notificada e que pagou dentro do prazo, tendo sido devolvida a caução. O valor exacto do prejuízo, apurado pelos «respectivos serviços do município» não é indicado. Segundo outras informações, o valor terá ascendido a metade do valor da caução, que, pelo indicado foi de 50.000€, portanto cerca de 25.000 €. Para além disso, numas ocasiões é afirmado que não foi «necessário executar a caução» [Expresso de Felgueiras] e noutras, que «essa caução foi levantada pela câmara» [Jornal de Notícias]. Quero crer, obviamente, que a versão correcta é aquela que é apresentada no documento da câmara e noticiada pelo Expresso de Felgueiras e Rádio Felgueiras, contudo o que não se percebe é porquê que não é dito objectivamente o valor dos prejuízos e não é tornado público o relatório?
Todo este processo já tinha terminado e esquecido não fosse o autismo do vereador e da sua recusa em esclarecer este tema em definitivo.

Aniversário

Sem dar por isso, este blogue fez dois anos no passado dia 6 de Abril. São dois anos de muitas postas, muitos «colaboradores», hoje desaparecidos, e lá continuo eu, aqui, praticamente sozinho, postando conforme tenho tempo. Obrigado aos pacientes leitores e críticos, que ajudaram a desenvolver este blogue.

Semanário de Felgueiras On-line

O Jornal local «Semanário de Felgueiras», reaparece na rede, com um novo site. O link já está aí na barra da direita há alguns meses. Cada vez mais a aposta na rede assim como na blogosfera é mais evidente.

quarta-feira, abril 11

A Arte de Comunicar

Há apenas um par de anos, não faltavam desconfiados dos blogues e da sua sobrevivência. Hoje está aí para ficar, com utilizações múltiplas que vão do simples comentário ao marketing pessoal, político e empresarial, como por exemplo o «Lugares Comuns» de Luís Paixão Martins, da LPM Comunicação. Se eu fosse candidato a qualquer coisa era aquela empresa que contratava, como não sou, nem serei, fica a dica aos necessitados.

«Caldas Afonso processa Eduardo Teixeira»

A serem verdade, não sei de que modo e a quem servem este tipo de notícias. Por certo ao PSD não.
Primeiro no Público, com eco imediato no blogue local e depois no Expresso de Felgueiras, é noticiado que Caldas Afonso, primeiro vereador eleito pelo PSD, processou Eduardo Teixeira, vice-presidente da comissão política do PSD, em final de mandato, por afirmações "alegadamente proferidas por Eduardo Teixeira em diversas situações e em vários locais do concelho, reproduziriam um alegado descontentamento pela forma como aquele que foi candidato a presidente da câmara tem exercido o seu papel de principal opositor à presidente Fátima Felgueiras".
Repito, a ser verdade, estamos numa situação ridícula e absolutamente impensável em Felgueiras. As notícias referem «descontentamento» pela forma como Caldas Afonso tem exercido o seu papel na oposição e a ser «apenas» isso, não justifica o processo. Ou há mais que justifique tal processo ou então a estratégia é outra.

sábado, abril 7

Pequenos arranjos

Cumprindo com a tradição das «limpezas» domésticas em época de Páscoa, este blogue foi readaptado. Limpo de alguns links para blogues que já não são actualizados há bastante tempo, novas entradas informativas e outros pequenos arranjos, está mais leve.
Para memória futura: «Crenças e mitos de Felgueiras», «… espelho meu, espelho meu!», «Essa já é velha…», «Expresso de Felgueiras», «Klub K», «Senhor dos Perdidos»

quinta-feira, abril 5

Péssimo jornalismo

(…) O militar, natural de Felgueiras mas actualmente a residir em Lagoa, foi ontem presente ao Tribunal de Portimão e vai aguardar julgamento em liberdade. (…)
Na notícia da SIC sobre a constituição, como arguido, de um militar da GNR, a propósito de um alegado suborno (em flagrante). Há interesse efectivo na naturalidade do GNR na notícia? Se ele fosse natural de Pampilhosa da Serra haveria interesse em revelar tal naturalidade?
É este estigma que temos ainda que carregar.

quarta-feira, abril 4

Área «conspirativo-hilariante»

Esta posta está reservada a todos os resistentes leitores, críticos anónimos, ou outros que tais, para aqui colocarem, dando largas à imaginação, todas as teorias conspirativas acerca da minha «aparição» junto da presidente de câmara, sorridente (saliento eu), na comunicação social local, mais explicitamente no «Expresso de Felgueiras» (claro!).

Período sabático

Depois de um período sabático (ou de nojo segundo alguns) há regressos anunciados, e ansiosamente esperados (pelos próprios), às lides políticas felgueirenses. Até que enfim. É que já é difícil arranjar temas para escrever.

«Não apaguem a memória!»

Por acaso concordo perfeitamente com a ideia do «Não apaguem a memória!», mas num formato diferente. Em vez de um debate, defendo a ideia de um acto de contrição, que cada um podia fazer em relação ao seu passado, ao que defendeu. Acho que seria bom que cada um dissesse a si mesmo: «Errei, defendi esta posição mas verifico agora que estava enganado». Acho também que podia começar pelo autor da proposta…

terça-feira, abril 3

Ideias e ideais (1)

Nasci no final da época conhecida como Estado Novo e fui criado já num Estado democrático, acompanhei na minha juventude alguns dos debates históricos na televisão, ávido de informação e de curiosidade. Aprecio, mesmo com todos os defeitos, a nossa democracia e não me vejo a viver num outro sistema político. Foi por isso com surpresa que assisti à vitória de uma figura como Salazar, ao concurso «Grandes Portugueses» na RTP1.
Confesso que por vezes tenho grande dificuldade em perceber a natureza humana, o que a move, os seus anseios e preocupações. Penso eu que não sou diferente dos outros, tenho as minhas opiniões, partilho aqui algumas delas com vocês, mas sinto-me por vezes um extraterrestre. Há coisas que fogem da minha compreensão, há coisas que me custam a perceber. Mas o defeito será meu, porventura.
Por cá também me custa ver quem apenas aponte o dedo da crítica sem alternativa, sem sugestão, sem ver algo de bom. Há quem apenas veja a crítica barata e fútil em vez do positivismo da alternativa. Há quem, rodeado de sede de vingança e de companheiros com o mesmo propósito alimente esse ego. Onde se vê um problema devia ser vista uma oportunidade, onde se vê um obstáculo devia ser visto um trampolim para chegar mais alto. Há oportunidades em todo o lado e deviam ser agarradas.
Há quem veja na realização da Taça das Nações de ciclismo em Felgueiras, por exemplo, um evento desmedido para a nossa terra. Eu acho que não. Acho que devemos aproveitar todas as oportunidades para promover a terra no exterior, chamar gente nova que nos visite, que cá se aloje, que cá prove a nossa gastronomia e vinhos e que cá invista. Claro que se me perguntarem se não temos outras prioridades eu digo logo que sim, mas confrontado com a ideia da realização, devemos aproveitar a oportunidade de promover o concelho as nossas gentes e vocações.
A anterior edição deste jornal fez eco de uma tragédia enorme. A morte de uma criança vítima de um infeliz acidente na estrada. Apesar das melhorias em termos de segurança pedonal, Felgueiras precisa que os serviços camarários responsáveis por esta área andem um bocado a pé. Transformados em peões vão ter dificuldade em atravessar determinadas ruas, cujos semáforos nunca estão verdes para os peões, outras onde não funcionam e nunca vi automobilistas a desrespeitar tanto as prioridades nas passadeiras. Chega a ser extremamente perigoso atravessar as passadeiras no cruzamento entre a Avª Dr. Ribeiro de Magalhães e a Rua Prof. Joaquim de Barros Leite e na Avª Dr. Leonardo Coimbra. Junto às rotundas o perigo ainda é maior uma vez que os automobilistas estão a prestar atenção ao transito dentro das rotundas e não aos peões. A dificuldade em andar em determinados passeios onde a largura insuficiente dos mesmo conjugada com a presença das árvores, obriga a perigosas incursões na estrada reservada aos automóveis. Claro que nem vou referir as dificuldades de mobilidade das pessoas com algum tipo de deficiência motora ou mais simplesmente aqueles que têm que conduzir carrinhos de bebé.
(1) Expresso de Felgueiras 30 de Março 07